cover
Tocando Agora:

Locutor no Ar

announcer

Últimas Notícias

Morre a multiartista Efigênia Rolim, em Curitiba

Morre a multiartista Efigênia Rolim, em Curitiba

Efigênia Rolim Câmara de Curitiba/Reprodução Morreu em Curitiba, aos 94 anos de idade, Efigênia Rolim, conhecida como Rainha do Papel de Bala. O título c

5 horas atrás
Neto que viajou mais de 600 km para matar avô no PR e roubar ouro usou capuz para não ser reconhecido pela vítima

Neto que viajou mais de 600 km para matar avô no PR e roubar ouro usou capuz para não ser reconhecido pela vítima

Neto é preso por suspeita de matar o avô em Ubiratã O jovem de 18 anos suspeito de matar o próprio avô durante um assalto em Ubiratã, no oeste do Paraná,

11 horas atrás
Confirmação de vagas e segunda chamada: veja próximas datas importantes da CNH Social no Paraná

Confirmação de vagas e segunda chamada: veja próximas datas importantes da CNH Social no Paraná

Detran divulga lista de aprovados no programa CNH Social Com a divulgação dos aprovados na CNH Social, programa do Departamento Estadual de Trânsito do Paran

12 horas atrás

Morre a multiartista Efigênia Rolim, em Curitiba

Efigênia Rolim Câmara de Curitiba/Reprodução Morreu em Curitiba, aos 94 anos de idade, Efigênia Rolim, conhecida como Rainha do Papel de Bala. O título c...

Morre a multiartista Efigênia Rolim, em Curitiba
Morre a multiartista Efigênia Rolim, em Curitiba (Foto: Reprodução)

Efigênia Rolim Câmara de Curitiba/Reprodução Morreu em Curitiba, aos 94 anos de idade, Efigênia Rolim, conhecida como Rainha do Papel de Bala. O título carinhoso veio como reflexo da metodologia de trabalho dela: Efigênia usava as embalagens do doce para fazer muitas de suas obras, transformando o que iria para o lixo em arte. Por anos, marcou presença na tradicional feirinha do Largo da Ordem, onde vendia obras e interagia com o público. ✅ Siga o canal do g1 Paraná no WhatsApp A morte da multiartista, de causas naturais, foi confirmada neste sábado (28) pelo Asilo São Vicente, onde ela vivia. Até a publicação desta reportagem, não havia informações sobre velório e sepultamento. Nascida em 1931 em Minas Gerais, Efigênia se mudou para o Norte do Paraná com a família em 1965. Anos depois, em 1971, passou a viver em Curitiba, segundo notícia divulgada pelo Governo do Paraná há quatro anos. Ao longo do tempo, se tornou uma artista popular com reconhecimento nacional. Por décadas, marcou presença em exposições coletivas e individuais, além de eventos culturais. Também integrou performances, desfiles de moda, filmes e congressos. A vida e a obra de Efigênia inspirou peças de teatro, obras cinematográficas e literárias, entre elas, os documentários "Rainha do Papel", dos paranaenses Estevan Silveira e Tiomkim (1999), e "O Filme da Rainha", do argentino Sérgio Mercurio (2006) e o livro "A Viagem de Efigênia Rolim nas Asas do Peixe Voador", da jornalista paranaense Dinah Ribas Pinheiro. Em 2013, a artista foi reconhecida como Cidadã Honorária de Curitiba. Leia também: CNH Social: Veja próximas datas importantes do programa Investigação: Neto que matou avô usou capuz para não ser reconhecido Rastreio: Mãe sequestrada com filhos pede ajuda por mensagem e é salva A conexão com o papel de bala Efigênia Rolim ficou conhecida por obras de arte com itens que seria mandados para o lixo Reprodução/Instagram Efigênia Rolim Em 2022, durante uma exposição do Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR) que celebrou a vida e obra de Efigênia, o Governo do Paraná divulgou uma declaração da multiartista em que ela explicou a conexão com o que foi a sua principal matéria-prima. Efigênia contou que, enquanto catava resíduos nas ruas da capital paranaense, viu um objeto brilhante que chamou a atenção. Ela pensou que fosse uma joia, mas ao se aproximar, notou que era um papel de bala e inicialmente ficou decepcionada, mas refletiu e percebeu que era algo melhor: "um mísero caído". Com isso, a artista fez um paralelo com a vida humana - enquanto estava embalada, a bala tinha valor, mas após ser saboreada, o papel que a envolvia foi descartado sem atenção. Reconhecimento Efigênia Rolim Reprodução/Instagram Efigênia Rolim/Wagner Roger Nas redes sociais, o Museu Oscar Niemeyer (MON) reconheceu a contribuição de Efigênia ao cenário cultural e artístico. "Onde muitos vêem lixo, Efigênia via matéria-prima para expressar sua linguagem fantástica em um mundo que se confunde com o real. Entre rimas, cores, sons, texturas e muito movimento corporal, a artista criava um universo mágico que teve início com um papel de bala." A obra "Vai o Carrinho com Cavaleiro e Anjinhos" (2017), de Efigênia Rolim, integra o acervo do MON. Obra "Vai o Carrinho com Cavaleiro e Anjinhos" (2017), de Efigênia Rolim Reprodução/MON VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias em g1 Paraná.

Fale Conosco